O ex-presidente Jair Bolsonaro terá acesso a tratamento médico em tempo integral durante sua prisão preventiva, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi tomada após suspeitas de tentativa de fuga, e Bolsonaro ficará detido em uma 'Sala de Estado' na sede da Polícia Federal.
Além do atendimento médico garantido em regime de plantão, a equipe médica que irá tratá-lo poderá visitá-lo sem a necessidade de autorização prévia do Supremo, assim como seus advogados já constituídos.
Na última sexta-feira (21), o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, reportou que Jair enfrentava uma crise de soluço que perdurava há 23 horas, acompanhada de episódios de vômito e risco de broncoaspiração. O vereador expressou preocupação:
“Está soluçando dormindo e fico com medo de refluxo nesse estado, o que pode de fato se tornar fatal caso broncoaspire o que vomitar.”
A defesa de Bolsonaro protocolou um pedido de 'prisão domiciliar humanitária', argumentando que o sistema carcerário não possui condições adequadas para lidar com suas comorbidades, que incluem câncer de pele e as consequências da facada recebida em 2018.
As condições em que o ex-presidente ficará detido incluem um banheiro privativo e outras regalias, com o intuito de garantir sua saúde durante a detenção.







