Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Política

Angelo Coronel trava indicação de ACM Neto para suplência no Senado

Enquanto Neto crava Marcelo Guimarães Filho na vaga, senador diz que ainda vai analisar e prefere nome ligado aos vereadores

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
08 de abril, 2026 · 03:02 1 min de leitura

O clima esquentou nos bastidores da oposição baiana. O senador Angelo Coronel (Republicanos) decidiu colocar o pé no freio após ACM Neto anunciar publicamente que o ex-deputado Marcelo Guimarães Filho, do Podemos, será o seu primeiro suplente na disputa eleitoral.

Publicidade

Apesar do anúncio de Neto parecer definitivo, Coronel adotou um tom de cautela e afirmou que a decisão ainda não está tomada. O senador deixou claro que o nome de Marcelinho é um pleito do Podemos, mas reforçou que ele próprio possui outros planos para a composição de sua chapa.

A preferência de Angelo Coronel é levar para a suplência alguém que represente o municipalismo. O senador defende abertamente que a vaga seja ocupada por um nome indicado pela União dos Vereadores da Bahia (UVB-BA), valorizando as bases políticas do interior.

A confusão acontece porque ACM Neto afirmou que o acordo com o Podemos já estava selado, inclusive como parte da estratégia para atrair o partido para sua base de apoio. Segundo Neto, a filiação de Marcelo Guimarães Filho no último dia do prazo já visava garantir essa primeira suplência.

Publicidade

Coronel, por sua vez, diz que tem outros nomes em mente e que pretende dialogar para ver quem realmente aceita o convite. Ele sugeriu que, como são duas vagas de suplente, tentará encontrar uma forma de contemplar os aliados sem abrir mão de seus critérios.

A indicação de Marcelo Guimarães Filho também passa por um acerto com o deputado Marcelo Nilo, que desistiu de concorrer ao Senado após promessas da cúpula do grupo de que poderia indicar o suplente de Coronel. O impasse agora depende de uma nova rodada de conversas entre as lideranças.

Leia também