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"Estou viva e vamos pra guerra": cantora gospel morre dias após desabafo nas redes

Integrante da dupla Ana Clézia e Laudicéia, ela estava internada na UTI do Hospital Geral de Palmas com pneumonia e pressão baixa

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
06 de junho, 2026 · 11:15 2 min de leitura
Foto: Reprodução/Instagram
Foto: Reprodução/Instagram

A cantora gospel Ana Clézia, 38 anos, morreu na sexta-feira (5) em Palmas, no Tocantins, após passar dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral de Palmas (HGP). Ela era integrante da dupla Ana Clézia e Laudicéia, referência na música cristã contemporânea do estado.

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O boletim médico divulgado na quinta-feira (4) apontava quadro grave, com pressão arterial baixa e pneumonia associada à ventilação mecânica. A equipe chegou a iniciar um procedimento de hemodiálise, mas precisou interromper a intervenção devido à instabilidade clínica da artista. Ela estava em coma quando faleceu.

Filha de pastor, Ana Clézia nasceu em 30 de outubro de 1987 e cresceu em meio ao universo religioso. Ao lado de Laudicéia, construiu uma trajetória sólida no ministério de louvor: as duas lançaram três CDs, participaram de congressos internacionais em Portugal e na Itália e mantiveram presença constante em igrejas e eventos evangélicos do Tocantins. Músicas como "Deus É Com Você", "Ele Virá", "Lindo Céu" e "Não Tem Lógica" ficaram populares entre os fiéis.

No dia 15 de abril, mesmo internada e debilitada, Ana Clézia gravou um vídeo para os seguidores. Nas imagens, ela aparecia com hematomas nas pernas e escreveu: "Estou viva e vamos pra guerra porque o nosso general é Cristo e ele nos garante vitória." A postagem viralizou entre os evangélicos e gerou intensa corrente de oração pela sua recuperação.

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A morte da artista causou comoção na comunidade evangélica do Tocantins. Nas redes sociais, fãs e amigos prestaram homenagens. "Era uma pessoa muito extrovertida e alegre, apesar da luta diária que enfrentava", escreveu um seguidor.

O primeiro velório foi realizado na manhã de sexta-feira (5) na Igreja CIADSETA de Taquaralto, em Palmas. O corpo foi então trasladado para Luzinópolis, cidade natal da família, onde uma segunda cerimônia de despedida foi realizada até as 8h deste sábado (6).

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