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Pariconha: seis vítimas de intoxicação coletiva já estão em casa

Grupo recebeu alta do HRAS nesta quinta (30); exame já achou inseticida no organismo da vítima que morreu

Redação ChicoSabeTudo
30 de julho, 2026 · 14:54 2 min de leitura
Pariconha: seis vítimas de intoxicação coletiva já estão em casa

As seis pessoas que estavam internadas por suspeita de intoxicação em Pariconha, no Sertão de Alagoas, receberam alta médica nesta quinta-feira (30) e já estão em casa, com seus familiares. A informação foi confirmada pela secretária municipal de Saúde, Gizely Sá.

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O grupo estava internado desde domingo (26), quando passou mal após consumir bebidas vendidas na feira livre do município. Ao todo, sete homens chegaram a dar entrada no Hospital Regional do Alto Sertão (HRAS), em Delmiro Gouveia. Um deles, o agricultor Gilberto Alves Vicente, de 36 anos, não resistiu e morreu.

"Os nossos pacientes que se encontravam internos diante da situação ocorrida aqui no último domingo, hoje recebemos informações do HRAS que todos receberam alta, estão em casa, estão com seus familiares", afirmou a secretária.

Enquanto os pacientes já estão recuperados, a investigação sobre a causa do caso segue em aberto. A Polícia Científica identificou, na quarta-feira (29), a presença de metomil, um inseticida de uso agrícola, nas amostras biológicas coletadas do corpo de Gilberto durante a necropsia. Ainda não foi confirmado como a substância entrou em contato com as vítimas nem em qual produto ela estaria presente.

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Segundo a Secretaria de Saúde, o município aguarda agora um laudo oficial do Laboratório Central de Alagoas (Lacen), que analisa amostras de bebidas e alimentos recolhidos na feira livre. Entre os itens suspeitos estão caldo e uma bebida artesanal conhecida como "raizada".

"Nós, enquanto Secretaria Municipal de Saúde, seguimos aqui vigilantes, tomando todas as medidas necessárias de cuidado com a nossa população e aguardamos oficialmente respostas para que a gente possa informar a vocês, trabalhando com toda a transparência e responsabilidade", completou Gizely Sá.

O caso é investigado pela Polícia Civil de Alagoas, por meio do 26º Distrito Policial de Delmiro Gouveia, que apura as circunstâncias da morte e busca esclarecer a origem da contaminação

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