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Afonso Florence diz que tarifa zero para VLT de Salvador é avaliada

O chefe da Casa Civil da Bahia, Afonso Florence, revelou nesta sexta (19) que estudos avaliam a possibilidade de tarifa zero para o VLT de Salvador. A fala ocorreu durante a primeira viagem-teste do sistema entre Calçada e Lobato.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Municipios
19 de dezembro, 2025 · 13:13 2 min de leitura
Foto: Ana Clara Pires / Bahia Notícias
Foto: Ana Clara Pires / Bahia Notícias

O chefe da Casa Civil da Bahia, Afonso Florence, trouxe uma novidade que pode alegrar muita gente em Salvador, na Bahia. Nesta sexta-feira (19), durante a primeira viagem de testes do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da capital baiana, ele comentou que a possibilidade de uma "tarifa zero" para o sistema está sendo estudada. A declaração foi feita enquanto o VLT fazia seu percurso inaugural entre os bairros da Calçada e do Lobato, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues e de outras autoridades.

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A viagem desta sexta não foi para levar passageiros, mas sim um passo importante no cronograma técnico do projeto. Florence fez questão de explicar que esse é um dos muitos testes que o VLT precisa passar.

“Tem teste estático e dinâmico. Liga energia, iluminação, tudo mais, parado. Outra é andando. Fizemos um teste, não é uma viagem comercial”
, disse ele. É como um carro novo que precisa ser testado em todas as condições antes de ser vendido.

A grande expectativa agora gira em torno de como o VLT vai funcionar no dia a dia. Afonso Florence destacou que, no momento, equipes técnicas e econômicas estão debruçadas sobre os estudos de viabilidade. O objetivo é definir qual será o melhor modelo de gestão e como a operação do VLT vai acontecer. A questão da tarifa, incluindo a possibilidade de ser gratuita, faz parte fundamental dessas análises.

“Poder pode”
, afirmou Florence sobre a tarifa zero, explicando que a legislação permite várias abordagens. Entre as hipóteses, estão licitar a concessão para uma empresa operar o VLT ou até mesmo negociar com a concessionária do metrô, caso haja vantagens e interesse público. Ou seja, diversas portas estão abertas para encontrar a melhor forma de gerir o sistema, e a decisão sobre quanto o passageiro vai pagar (ou não pagar) depende dessas escolhas.

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Para Florence, o momento atual traz um sentimento de dever cumprido. Ele lembrou que o governador Jerônimo Rodrigues, ao assumir o governo, encontrou um contrato antigo de um projeto de monotrilho que estava parado, muito por conta dos impactos da pandemia. O governador, então, pediu uma renegociação.

“Fizemos a renegociação como fizemos da Ponte também”
, pontuou o chefe da Casa Civil, ressaltando o esforço para fazer o VLT sair do papel.

Enquanto os testes do VLT seguem e a expectativa cresce entre os moradores de Salvador, os estudos técnicos e econômicos continuam para garantir que a chegada do novo modal de transporte seja a melhor possível para todos.

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