O Governo Federal planeja reforçar o serviço público com a convocação de 7 mil novos servidores ao longo de 2026. O anúncio foi feito pela ministra da Gestão e da Inovação, Esther Dweck, que destacou a ocupação de vagas no Executivo Federal como prioridade para o próximo período.
Entre os convocados, mais de 3,6 mil virão da segunda edição do Concurso Púbico Nacional Unificado (CPNU). Além deles, o governo pretende utilizar o cadastro reserva de seleções já homologadas para preencher postos de trabalho que ainda estão vagos.
A ministra esclareceu que, mesmo em ano eleitoral, as convocações podem ocorrer normalmente, desde que o concurso tenha sido homologado antes do período de restrição. A proibição legal se aplica apenas à abertura de novos certames durante o tempo do defeso eleitoral.
Carreiras da Polícia Federal e cargos oferecidos na primeira edição do 'Enem dos Concursos' estão no topo da lista de prioridades. O governo também trabalha com a expectativa de uma entrada volumosa de profissionais que já foram aprovados em seleções autorizadas anteriormente.
Para quem for aprovado em cargos sem lotação fixa, haverá um cuidado especial. A ministra afirmou que editais específicos de lotação serão publicados antes da nomeação oficial, permitindo que o servidor se organize com a família antes de se mudar para a nova cidade.
Essa estratégia visa evitar desistências e garantir que o aprovado tenha tempo hábil para o deslocamento. A medida deve beneficiar milhares de brasileiros que aguardam a estabilidade do serviço público federal nos próximos meses.







