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Cultura

Salvador perde o jornalista João Saldanha, profissional que dedicou a carreira à imprensa e à cultura baiana

Formado pela UFBA, ele passou pelo jornal A Tarde e pela Tribuna da Bahia antes de se tornar referência na assessoria de comunicação de projetos culturais da Bahia.

Redação ChicoSabeTudo
27 de julho, 2026 · 12:35 2 min de leitura
Fachada do Teatro Castro Alves, em Salvador, Bahia, onde João Saldanha atuou como assessor de imprensa
Fachada do Teatro Castro Alves, em Salvador, Bahia, onde João Saldanha atuou como assessor de imprensa

O jornalista João Saldanha morreu na madrugada desta segunda-feira, em Salvador. Ele tinha 64 anos e deixa uma trajetória de décadas dedicada à imprensa baiana e à comunicação cultural no estado.

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Segundo informações divulgadas pelo jornal A Tarde, Saldanha era natural de Salvador e ingressou no curso de Jornalismo da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1980. A unidade, ao longo dos anos, formou gerações de profissionais que ajudaram a construir a imprensa baiana.

Sua carreira começou dentro da redação do próprio A Tarde, onde atuou na revisão de textos e, mais tarde, no caderno Lazer&Informação. A passagem pelo jornal marcou o início de uma trajetória que logo se expandiu para outras redações: ele também trabalhou como repórter na Tribuna da Bahia.

Apaixonado por cinema e pelas artes em geral, João Saldanha encontrou na assessoria de imprensa um segundo caminho para unir jornalismo e cultura. Ele atuou como assessor do Teatro Castro Alves (TCA), um dos principais equipamentos culturais públicos da Bahia, onde o serviço de comunicação desempenha papel fundamental na divulgação dos eventos realizados em seus espaços, com ampla visibilidade tanto em canais oficiais quanto junto à imprensa.

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Saldanha também integrou a equipe do CineFuturo — Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual, evento que reunia profissionais e apreciadores do audiovisual brasileiro e internacional. Ao longo dos anos, prestou assessoria de comunicação de forma independente para produções e espetáculos de teatro, música, literatura e artes plásticas em toda a Bahia, segundo a mesma fonte.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a causa da morte. O local e o horário do sepultamento também seguiam sem confirmação oficial.

A morte de Saldanha é mais uma perda para o jornalismo baiano em 2025. O profissional deixa colegas, colaboradores e toda uma rede de artistas e produtores culturais com quem trabalhou ao longo de décadas na Bahia.

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