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Cultura

Mostra gratuita leva 11 filmes do cinema brasileiro a Salvador a partir de julho

A Cinemateca Brasileira chega ao Cine Glauber Rocha com sessões toda quarta-feira, às 19h30, de 1º de julho a 14 de outubro, sem cobrar nada do público.

Redação ChicoSabeTudo
25 de junho, 2026 · 06:54 2 min de leitura
Fachada do Cine Glauber Rocha, no Centro Histórico de Salvador, Bahia
Fachada do Cine Glauber Rocha, no Centro Histórico de Salvador, Bahia

Quem mora em Salvador vai ter acesso, de graça, a uma seleção de 11 filmes do cinema brasileiro entre julho e outubro deste ano. A Cinemateca Brasileira traz a capital baiana a terceira edição da sua mostra itinerante, intitulada A Cinemateca é Brasileira — Da Comédia ao Drama, com sessões toda quarta-feira no Cine Glauber Rocha, localizado na Praça Castro Alves, no Centro Histórico.

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As exibições começam no dia 1º de julho e vão até 14 de outubro, sempre às 19h30, com entrada gratuita. A iniciativa faz parte do Projeto Viva Cinemateca, que promove a circulação do acervo da instituição por todo o país. Segundo informações divulgadas pelo portal A Tarde, a programação em Salvador reúne títulos de suspense, ficção científica, aventura e melodrama.

Esta é a terceira edição da itinerância. A mostra parte dos gêneros cinematográficos presentes na filmografia nacional para mostrar que o cinema brasileiro sempre dialogou com os códigos do cinema de gênero, ainda que de maneira singular — indo além dos movimentos como o Cinema Novo ou o Cinema Marginal. O Projeto Viva Cinemateca conta com patrocínio estratégico do Instituto Cultural Vale e da Shell, e tem o Itaú Unibanco como copatrocinador.

A Cinemateca Brasileira é a maior instituição de preservação audiovisual da América do Sul. Seu acervo reúne cerca de 40 mil títulos e mais de 1 milhão de documentos, entre cartazes, roteiros e livros relacionados à produção cinematográfica nacional.

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A abertura, no dia 1º de julho, fica por conta de São Bernardo (1972), de Leon Hirszman, adaptação do clássico romance de Graciliano Ramos com Othon Bastos no papel de Paulo Honório. Na sequência, dia 8 de julho, será exibido Morto Não Fala (2018), de Dennison Ramalho, com Daniel de Oliveira, Fabiula Nascimento e Bianca Comparato — um thriller que mistura necrotério, segredos e maldição.

Em 22 de julho, o público poderá ver A Hora e Vez de Augusto Matraga (1965), de Roberto Santos, com Leonardo Villar. Dia 5 de agosto é a vez de Últimas Conversas (2015), último filme de Eduardo Coutinho, composto por depoimentos de estudantes da rede pública do Rio de Janeiro. Já em 19 de agosto, entra em cartaz a biografia modernista de Oswald de Andrade, O Homem do Pau-Brasil (1982), de Joaquim Pedro de Andrade.

A programação segue com Amei um Bicheiro (1952), no dia 2 de setembro; Branco Sai, Preto Fica (2014), de Adirley Queirós, em 16 de setembro; Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968), em 30 de setembro; e encerra, em 14 de outubro, com O Estranho Mundo de Zé do Caixão (1968), de José Mojica Marins. Todas as sessões são gratuitas, classificadas por faixa etária e abertas por ordem de chegada, segundo informações da fonte.

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