Manter o quarto gelado por oito horas diárias durante o sono pode custar caro para o morador de Paulo Afonso e região. Estimativas para o ano de 2026 indicam que o uso constante de um aparelho de 12.000 BTUs pode adicionar mais de R$ 200 mensais na conta de energia, considerando uma tarifa média de R$ 0,90 por kWh.
O cálculo leva em conta o consumo médio residencial de aparelhos modernos, mas o prejuízo pode ser maior se o equipamento for antigo ou estiver com a manutenção atrasada. Ao final de um ano, esse hábito de conforto pode representar um gasto acumulado superior a R$ 2.300 no orçamento doméstico.
Para saber o impacto exato em casa, o consumidor deve verificar a potência do aparelho em kWh e multiplicar pelo valor cobrado pela distribuidora por cada quilowatt. Somar esses valores ao longo dos 30 dias do mês ajuda a evitar surpresas desagradáveis quando o boleto chegar.
Especialistas alertam que a temperatura ideal para economizar deve ficar entre 23°C e 25°C. Manter o termostato em níveis muito baixos força o motor e aumenta o consumo desnecessariamente. Outro ponto crucial é o estado dos filtros; a sujeira acumulada faz o sistema trabalhar mais para resfriar o mesmo ambiente.
Além da limpeza frequente, o uso de cortinas térmicas para bloquear o sol e o auxílio de ventiladores para espalhar o ar frio podem reduzir o esforço do ar-condicionado. Pequenas mudanças, como vedar frestas de portas e janelas, garantem uma economia de até 10% no consumo total do aparelho.
Para quem está planejando comprar um equipamento novo, a recomendação é priorizar modelos com o selo Procel de eficiência. Aparelhos modernos e programáveis chegam a ser 30% mais econômicos que os modelos convencionais, pagando o investimento inicial através da redução nas contas mensais.







