A Meta, empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, iniciou uma nova rodada de demissões nesta quarta-feira (25). Centenas de funcionários foram desligados de áreas estratégicas, incluindo as equipes de redes sociais, recrutamento, vendas e a divisão de realidade virtual, a Reality Labs.
O movimento faz parte de uma reestruturação financeira para dar conta dos gastos bilionários com Inteligência Artificial (IA). Mark Zuckerberg busca equilibrar as contas, já que a previsão de despesas da companhia para o próximo ano pode chegar a US$ 169 bilhões.
Apesar do impacto direto na vida de centenas de trabalhadores, o corte atual representa uma pequena parcela do quadro total da Meta, que conta com quase 79 mil colaboradores. A ideia é enxugar setores considerados menos urgentes para focar na corrida tecnológica contra as concorrentes.
Informações internas indicam que esses desligamentos podem ser apenas o começo de um processo maior. Executivos da empresa já haviam sido orientados a mapear possíveis cortes, e rumores apontam que a reestruturação pode atingir fatias ainda mais significativas da força de trabalho futuramente.
Além da IA, a empresa enfrenta altos custos para atrair profissionais especializados no mercado global, o que tem inflado a folha de pagamento. Para manter a competitividade, a Meta optou por sacrificar postos de trabalho em divisões que não são o foco principal do momento.







