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Físico brasileiro descobre como chegar em Marte três vezes mais rápido usando Inteligência Artificial

Estudo aponta que viagem de ida e volta pode ser feita em apenas sete meses com tecnologia que já existe

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
10 de abril, 2026 · 11:32 1 min de leitura

Um professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) acaba de revolucionar os planos de viagem para o espaço. Marcelo de Oliveira Souza, doutor em física, desenvolveu um método que reduz drasticamente o tempo de deslocamento até Marte, permitindo que uma missão completa de ida e volta seja feita em apenas 226 dias.

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Atualmente, as rotas convencionais para o planeta vermelho levam entre dois e três anos para serem concluídas. A nova estratégia, que já foi aceita por uma prestigiada revista científica internacional, utiliza a Inteligência Artificial para identificar 'corredores geométricos' no espaço, funcionando como um atalho interplanetário.

O grande diferencial da descoberta é que ela não exige foguetes mais potentes ou tecnologias do futuro. O pesquisador utilizou dados de órbita de asteroides para traçar o caminho, provando que é possível encurtar a viagem usando a propulsão que as agências espaciais já possuem hoje.

O projeto começou ainda em 2015, mas o físico enfrentava dificuldades para realizar as simulações manuais, que eram lentas e complexas. A virada de chave aconteceu com o uso da IA, que processou os dados em uma velocidade impossível para um ser humano, validando as janelas de trajetória mais favoráveis.

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Segundo o estudo, uma dessas oportunidades de ouro para colocar o plano em prática deve acontecer em 2031. Nessa data, a posição de Marte no sistema solar estará perfeita para aplicar a rota calculada pelo brasileiro, garantindo o equilíbrio entre economia de tempo e segurança para os tripulantes.

A pesquisa chega em um momento importante para o Brasil, que é signatário do programa Artemis da NASA. O objetivo final dessas missões é usar a Lua como um degrau para que o homem finalmente pise em Marte, e o novo cálculo brasileiro pode ser a peça que faltava para acelerar esse sonho.

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