Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Serviço

Elon Musk exige que bancos comprem sua IA para participarem de negócio bilionário da SpaceX

Instituições financeiras interessadas no IPO da empresa espacial estão sendo obrigadas a assinar o Grok, chatbot de inteligência artificial do bilionário.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
03 de abril, 2026 · 23:17 1 min de leitura

O bilionário Elon Musk está impondo uma condição inusitada para os bancos que desejam coordenar a abertura de capital da SpaceX: a compra obrigatória de assinaturas do Grok, seu chatbot de inteligência artificial. A exigência atinge gigantes do setor financeiro como Morgan Stanley, Goldman Sachs e JPMorgan Chase.

Publicidade

Segundo informações reveladas pelo The New York Times, algumas dessas instituições já aceitaram gastar dezenas de milhões de dólares por ano com o serviço de IA. O objetivo de Musk é fortalecer o faturamento corporativo do Grok antes da SpaceX estrear na bolsa de valores, em uma operação que pode ser a maior da história.

A SpaceX busca uma avaliação de mercado superior a US$ 2 trilhões. Para os bancos, o negócio é extremamente lucrativo, podendo gerar mais de R$ 2,5 bilhões apenas em taxas de assessoria. Esse alto valor explica por que as instituições estão aceitando as condições impostas pelo empresário, que também sugeriu a compra de anúncios em sua rede social, o X.

A estratégia mostra o enorme poder de influência de Musk sobre Wall Street. Embora o Grok ainda esteja atrás de concorrentes como o ChatGPT e enfrente polêmicas por conteúdos controversos, a integração forçada nos sistemas dos grandes bancos garante uma base de clientes de peso para a ferramenta.

Publicidade

Até o momento, as principais instituições financeiras envolvidas e a própria SpaceX não comentaram oficialmente sobre a obrigatoriedade das assinaturas. Enquanto isso, equipes de banqueiros seguem trabalhando na sede da empresa, em Los Angeles, para finalizar os detalhes da oferta pública de ações.

Leia também