Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Serviço

Dona do Facebook é condenada a pagar R$ 1,9 bilhão por falhas na segurança de crianças

Justiça dos EUA decidiu que Meta enganou pais sobre riscos no Instagram e Facebook; OpenAI também surpreende ao cancelar projeto de vídeos.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
25 de março, 2026 · 12:22 2 min de leitura

A Meta, empresa que comanda o Facebook e o Instagram, sofreu uma derrota pesada na justiça dos Estados Unidos. Um júri decidiu que a gigante da tecnologia violou leis de proteção à infância e terá que pagar uma indenização de US$ 375 milhões, o que equivale a cerca de R$ 1,9 bilhão na cotação atual.

Publicidade

O caso estourou após uma investigação secreta no estado do Novo México. Agentes se passaram por crianças menores de 14 anos nas redes sociais e acabaram recebendo conteúdos sexuais, além de serem abordados por adultos mal-intencionados. A justiça entendeu que a empresa não garantiu a segurança dos pequenos e mentiu sobre os riscos das plataformas.

Apesar da condenação, a Meta nega as acusações e afirma que tem compromisso com o bem-estar dos jovens. O processo ainda terá uma nova fase, onde um juiz vai decidir se a empresa precisará financiar programas de recuperação pelos danos causados à sociedade.

Enquanto isso, no mundo da Inteligência Artificial, a OpenAI pegou o mercado de surpresa ao anunciar o fim do Sora, sua famosa ferramenta de criação de vídeos. O projeto, que encantou o mundo no ano passado, foi cancelado para que a empresa foque em ferramentas de produtividade e códigos, visando lucros mais rápidos para entrar na Bolsa de Valores.

Publicidade

A decisão de abandonar os vídeos gerou um efeito imediato em Hollywood. A Disney, que tinha um acordo bilionário com a OpenAI, decidiu encerrar a parceria. Especialistas acreditam que o alto custo para manter a tecnologia e a forte concorrência pesaram na escolha de Sam Altman, CEO da companhia.

No setor espacial, a NASA também movimentou a semana reafirmando seus planos para o futuro. A agência espacial americana confirmou que o foco total agora é o retorno à Lua, com o objetivo de construir uma base permanente por lá e manter a liderança dos Estados Unidos na exploração do universo.

Leia também