A Meta, empresa que comanda o Facebook e o Instagram, sofreu uma derrota pesada na justiça dos Estados Unidos. Um júri decidiu que a gigante da tecnologia violou leis de proteção à infância e terá que pagar uma indenização de US$ 375 milhões, o que equivale a cerca de R$ 1,9 bilhão na cotação atual.
O caso estourou após uma investigação secreta no estado do Novo México. Agentes se passaram por crianças menores de 14 anos nas redes sociais e acabaram recebendo conteúdos sexuais, além de serem abordados por adultos mal-intencionados. A justiça entendeu que a empresa não garantiu a segurança dos pequenos e mentiu sobre os riscos das plataformas.
Apesar da condenação, a Meta nega as acusações e afirma que tem compromisso com o bem-estar dos jovens. O processo ainda terá uma nova fase, onde um juiz vai decidir se a empresa precisará financiar programas de recuperação pelos danos causados à sociedade.
Enquanto isso, no mundo da Inteligência Artificial, a OpenAI pegou o mercado de surpresa ao anunciar o fim do Sora, sua famosa ferramenta de criação de vídeos. O projeto, que encantou o mundo no ano passado, foi cancelado para que a empresa foque em ferramentas de produtividade e códigos, visando lucros mais rápidos para entrar na Bolsa de Valores.
A decisão de abandonar os vídeos gerou um efeito imediato em Hollywood. A Disney, que tinha um acordo bilionário com a OpenAI, decidiu encerrar a parceria. Especialistas acreditam que o alto custo para manter a tecnologia e a forte concorrência pesaram na escolha de Sam Altman, CEO da companhia.
No setor espacial, a NASA também movimentou a semana reafirmando seus planos para o futuro. A agência espacial americana confirmou que o foco total agora é o retorno à Lua, com o objetivo de construir uma base permanente por lá e manter a liderança dos Estados Unidos na exploração do universo.







