Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Serviço

Crise no Fortnite: Epic Games corta mais de mil funcionários para tentar conter prejuízo milionário

Dona do jogo de sucesso admite que está gastando mais do que ganha e enfrenta sua pior fase financeira desde os anos 90.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
24 de março, 2026 · 19:32 1 min de leitura

A dona do fenômeno Fortnite, a Epic Games, anunciou o desligamento de mais de 1.000 colaboradores nesta semana. A decisão drástica tenta frear uma crise financeira interna, após a empresa admitir que os gastos atuais superam muito o que entra em caixa.

Publicidade

De acordo com o CEO da companhia, Tim Sweeney, a empresa busca economizar cerca de 500 milhões de dólares. Para alcançar essa meta, além das demissões, haverá cortes pesados em marketing e a suspensão de novas contratações para cargos que estavam abertos.

O principal motivo para o sufoco financeiro é a queda no engajamento dos jogadores. Manter o Fortnite atrativo exige um investimento bilionário e constante em novos conteúdos, algo que a Epic Games confessou estar tendo dificuldades para entregar com a mesma frequência de antes.

Sweeney destacou que o cenário atual do mercado de games é o mais extremo enfrentado pela empresa desde sua fundação, em 1991. Ele reforçou que os cortes são puramente financeiros e não possuem relação com a substituição de humanos por inteligência artificial.

Publicidade

Esta já é a segunda grande leva de demissões na empresa em menos de três anos. Em 2023, mais de 800 pessoas já haviam perdido seus empregos na mesma companhia, sinalizando que a instabilidade no setor de tecnologia e jogos eletrônicos ainda está longe de acabar.

A Epic Games não está sozinha nessa crise. Outras gigantes do setor, como a Electronic Arts (EA) e a divisão de games da Amazon, também realizaram demissões em massa recentemente, pressionadas pelo aumento nos custos de produção e componentes eletrônicos.

Leia também