Manter o ar-condicionado ligado todos os dias em 2026 pode custar entre R$ 108 e R$ 180 mensais para quem utiliza aparelhos de 9.000 BTUs. O cálculo leva em conta o uso médio de oito horas diárias e a tarifa atual de energia, que gira em torno de R$ 0,90 por kWh.
Segundo dados da Aneel, o consumo de um aparelho comum varia entre 120 e 200 kWh por mês quando utilizado de forma prolongada. Em períodos de calor intenso, esse gasto extra pode comprometer boa parte do orçamento doméstico, chegando a representar quase um terço do valor total da conta de luz.
A tecnologia do equipamento é o que define se o susto no fim do mês será maior ou menor. Modelos antigos ou sem o sistema Inverter gastam até 40% mais energia, podendo elevar o custo para além dos R$ 200 dependendo da região e da potência instalada.
Além do tempo de uso, fatores como o isolamento do cômodo e a limpeza dos filtros influenciam diretamente no esforço que o motor faz para resfriar o ambiente. Ambientes mal vedados forçam o aparelho a trabalhar no máximo, disparando o consumo de eletricidade.
Para quem não abre mão do conforto, especialistas recomendam manter a temperatura em 23°C. Essa configuração é considerada o equilíbrio ideal para garantir o bem-estar sem exigir picos de energia desnecessários do compressor.
Outras estratégias para economizar incluem fechar bem portas e janelas e realizar a manutenção periódica. Com esses cuidados simples, o morador consegue enfrentar as altas temperaturas do Vale do São Francisco sem descontrolar as finanças da família.







