Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Serviço

Cientistas criam bateria quântica que carrega com luz e promete durar para sempre

Nova tecnologia carrega aparelhos de forma instantânea e elimina o desgaste químico das baterias comuns.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
26 de março, 2026 · 12:28 1 min de leitura

Pesquisadores australianos alcançaram um marco histórico ao desenvolver a primeira bateria quântica funcional do mundo. Diferente das baterias de celular que usamos hoje, que dependem de reações químicas lentas, essa novidade utiliza a luz para um carregamento imediato através de um fenômeno chamado superabsorção.

Publicidade

A grande surpresa dessa tecnologia é que ela desafia a lógica comum: quanto maior for o conjunto de baterias conectadas, mais rápido elas carregam. Enquanto um sistema eletrônico tradicional demora mais para encher se for muito grande, a bateria quântica acelera o processo quanto mais células ela tiver trabalhando juntas.

Na prática, o segredo está na física quântica. A bateria captura a energia de lasers de forma quase instantânea, garantindo uma eficiência máxima e sem gerar o calor excessivo que costuma danificar os aparelhos atuais. Isso significa que o tempo de recarga pode cair de horas para apenas alguns segundos.

Outro ponto positivo para o bolso do consumidor é a durabilidade. Como não existem componentes químicos que estragam com o tempo, a vida útil desses dispositivos pode ser praticamente ilimitada. Isso acabaria com o problema de baterias viciadas e reduziria drasticamente a produção de lixo eletrônico no planeta.

Publicidade

Para o futuro dos smartphones, a mudança será radical. Imagine carregar seu celular totalmente em menos de um segundo e nunca mais precisar trocar a bateria por ela estar velha. Além disso, os aparelhos poderiam ser muito mais finos, já que o sistema não esquenta como as baterias de lítio.

Apesar do sucesso nos testes, a novidade ainda vai demorar um pouco para chegar às lojas de Paulo Afonso e do mundo. Os cientistas agora trabalham para tornar a fabricação barata e garantir que as baterias funcionem perfeitamente fora dos laboratórios, em temperatura ambiente.

Leia também