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Clonagem de celular: segurança e privacidade em risco

A clonagem de celular, por meio de SIM swap e aplicativos espiões, ameaça a privacidade e segurança dos usuários. Esteja atento aos sinais.

Redação ChicoSabeTudo
18 de novembro, 2025 · 07:23 1 min de leitura
Imagem: voronaman / Shutterstock
Imagem: voronaman / Shutterstock

A clonagem de celular representa um problema crescente e complexo para os usuários, especialmente com a proliferação de métodos como a clonagem de chip, o uso de aplicativos espiões e a clonagem do IMEI. Esses golpes permitem que criminosos acessem informações sensíveis, envolvendo desde mensagens até dados bancários, comprometendo a segurança e a privacidade do usuário.

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Um exemplo recorrente é a clonagem do chip, ou SIM swap, em que o golpista contacta a operadora de telefonia e se apresenta como a vítima, solicitando a transferência do número para um novo chip. Esse golpe frequentemente resulta no recebimento de mensagens, como códigos de autenticação, por parte do criminoso, que pode então acessar contas bancárias e redes sociais.

Além disso, os aplicativos espiões se instalam no celular sem o consentimento do usuário, monitorando suas atividades sem que ele perceba. Sinais de alerta incluem lentidão do dispositivo, instalação de aplicativos desconhecidos e consumo excessivo de dados.

Por fim, a clonagem do IMEI é menos comum para o usuário médio, mas ainda relevante, principalmente em transações de celulares usados. Esse tipo de clonagem utiliza o número de identificação do aparelho para reativar celulares roubados, dificultando o rastreamento.

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Diante da suspeita de que um celular foi clonado, orienta-se que a pessoa entre em contato imediato com a operadora para bloquear a linha, além de mudar senhas de serviços associados ao número. A ativação de métodos de autenticação mais seguros, como aplicativos específicos, também é recomendada para aumentar a segurança.

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