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Cientistas criam armadilha de luz 2 mil vezes mais fina que um fio de cabelo

Inovação tecnológica promete celulares que não esquentam e baterias que duram muito mais tempo

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
29 de abril, 2026 · 01:26 1 min de leitura

Um grupo internacional de físicos conseguiu um feito impressionante que promete mudar a cara dos eletrônicos que usamos no dia a dia. Eles desenvolveram uma armadilha de luz microscópica com apenas 42 nanômetros, o que é cerca de 2.000 vezes mais fino do que um simples fio de cabelo humano.

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A estrutura consegue segurar a radiação infravermelha em um espaço minúsculo, superando limites da ciência que antes pareciam impossíveis. Na prática, isso significa que a luz pode ser controlada com uma precisão nunca vista antes em dispositivos quase invisíveis a olho nu.

O grande benefício para o cidadão comum está no bolso e na praticidade. Como essa tecnologia usa luz (fótons) em vez de eletricidade comum (elétrons) para processar dados, os aparelhos geram muito menos calor. Isso pode dar fim ao problema de celulares e notebooks que esquentam demais durante o uso pesado.

Além de manter os aparelhos frios, a nova descoberta permite que os processadores trabalhem em velocidades muito mais altas gastando menos energia. Isso abre caminho para smartphones com baterias que duram dias e computadores milhares de vezes mais rápidos que os modelos atuais.

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A tecnologia também deve ser aplicada em sensores médicos de alta precisão e em sistemas de comunicação ultrarrápidos. O objetivo é que, no futuro, os centros de dados que sustentam a internet consumam menos energia, ajudando inclusive o meio ambiente.

O desafio agora é levar essa novidade do laboratório para as fábricas. Os pesquisadores buscam formas de produzir essas armadilhas de luz em larga escala para que, em poucos anos, elas estejam presentes nos componentes de hardware vendidos em todo o mundo.

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