Imagine pilotar um carro voador. Pois uma brasileira fez exatamente isso nos Estados Unidos. Por cerca de mil reais (199 dólares), qualquer pessoa pode comandar o HEXA, que parece um drone gigante, usando apenas um controle de videogame. A experiência, que antes era só promessa, agora está disponível ao público.
E não precisa ser nenhum expert. Depois de um treinamento rápido de uma hora, a pilota de primeira viagem estava no comando. O voo é simples e intuitivo, mostrando que a tecnologia foi feita para ser fácil de usar por qualquer um, sem complicação.
Mas a parte mais curiosa veio no chão. Para chegar ao local do voo, a jornalista chamou um carro de aplicativo e veio um veículo sem motorista. Isso mesmo, o volante girava sozinho, e o carro se guiava pelo trânsito caótico da cidade de Austin, no Texas.
A viagem no carro autônomo, chamado Waymo, foi descrita como estranha e ao mesmo tempo normal. Sem 'bom dia', sem conversa fiada. O carro simplesmente te leva ao seu destino com segurança, provando que essa parte do futuro já funciona perfeitamente no dia a dia.
Aí que está a grande ironia da história. O carro voador, que tem tecnologia para voar sozinho, é obrigado por lei a ter um piloto humano no controle. Já o carro que anda na rua pode ser 100% autônomo. Ou seja, a burocracia está segurando o avanço no céu, enquanto na rua a liberdade já é total.
A conclusão é clara: a tecnologia para um mundo de carros voadores e autônomos já está pronta e é segura. O que falta é o resto: leis atualizadas, infraestrutura como pontos de pouso e recarga, e uma organização do tráfego aéreo. O futuro chegou, mas ainda espera permissão para decolar de vez.







