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Aumento de preços em eletrônicos devido à crise dos chips de memória

Os preços de celulares e notebooks devem subir em 2026 devido à crise de chips de memória causada pela demanda da inteligência artificial.

Redação ChicoSabeTudo
21 de novembro, 2025 · 07:19 2 min de leitura
Samsung eleva preços de chips de memória em até 60% com escassez global (Imagem: sasirin pamai / Shutterstock)
Samsung eleva preços de chips de memória em até 60% com escassez global (Imagem: sasirin pamai / Shutterstock)

Os consumidores devem se preparar para um aumento nos preços de celulares, notebooks e outros eletrônicos a partir do próximo ano devido à crise dos chips de memória. A demanda por componentes como DRAM e NAND cresceu acentuadamente em função da expansão da inteligência artificial, resultando em uma oferta reduzida no mercado.

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Empresas líderes no setor, como Samsung, SK hynix e Micron, estão investindo significativamente para atender essa crescente demanda. No entanto, especialistas indicam que os preços de varejo devem aumentar consideravelmente. Conforme mencionado por Lu Weibing, presidente da Xiaomi, é esperado um reajuste nos preços de smartphones e notebooks em 2026 devido à escassez.

A explosão de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, requer uma quantidade significativa de chips de memória, intensificando a competição entre diferentes setores. A pressão sobre a disponibilidade de chips DRAM e NAND já afeta dispositivos cotidianos, incluindo smartphones e servidores, e deve se estender a carros com tecnologia embarcada.

A Samsung anunciou planos para construir uma nova fábrica de semicondutores na Coreia do Sul, enquanto a SK hynix teve seu melhor desempenho histórico devido aos altos preços de memória. A TrendForce já mencionou uma redução nas previsões de produção global de smartphones e notebooks para 2026, indicando que os preços ao consumidor também devem ser impactados.

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A crise tem raízes em dois fatores: a crescente demanda relacionada à inteligência artificial, superando as expectativas, e uma redução voluntária nos investimentos por parte dos fabricantes de chips para controlar a oferta e preservar os lucros. O especialista Stephen Wu, do fundo Carthage Capital, alertou para preços de memória mais altos e prazos de entrega mais longos até pelo menos 2026.

Para o consumidor, isso significa que a compra do próximo notebook ou smartphone poderá pesar mais no orçamento. No entanto, esforços para aumentar a capacidade de produção e construir novas fábricas estão em andamento.

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