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Anthropic usa IA Claude para programar cachorro robô em experimento

Anthropic inova ao programar um cachorro robô com IA Claude, demonstrando novas interações entre inteligência artificial e o mundo físico.

Redação ChicoSabeTudo
13 de novembro, 2025 · 15:43 1 min de leitura
IA Claude controla cachorro robô e mostra avanço no uso físico de inteligência artificial (Imagem: Anthropic)
IA Claude controla cachorro robô e mostra avanço no uso físico de inteligência artificial (Imagem: Anthropic)

A Anthropic, empresa criada por ex-funcionários da OpenAI, realizou um experimento inovador com a sua inteligência artificial, Claude, que programou um cachorro robô. Nomeado de Project Fetch, o experimento tinha como objetivo explorar os limites dos modelos de linguagem na interação com o mundo físico.

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No experimento, foi utilizado o robô quadrúpede Unitree Go2, estimado em US$ 16.900, frequentemente empregado em inspeções e patrulhas industriais. Duas equipes, sem experiência prévia em robótica, foram desafiadas a programar o robô para executar tarefas físicas. Uma equipe contou com a assistência de Claude, enquanto a outra trabalhou sem apoio de inteligência artificial.

Os resultados foram surpreendentes. O grupo que utilizou Claude conseguiu realizar certas tarefas com mais rapidez, como fazer o robô andar e localizar uma bola. Em contraste, a equipe que não utilizou IA enfrentou confusão e frustração, o que, segundo os pesquisadores, se deve à interface mais intuitiva e eficiente criada com a ajuda de Claude.

O estudo evidenciou a crescente capacidade das IAs em gerar códigos e interagir com sistemas físicos, um domínio que anteriormente se limitava a ambientes digitais. Claude não só escreveu linhas de código, mas também traduziu comandos em movimentos, aproximando-se de um nível de autonomia real.

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Embora o cachorro robô ainda necessite de supervisão humana, o experimento representa um marco significativo. Especialistas destacam o potencial e os riscos associados a essa nova era, where modelos de IA, como Claude, poderão atuar como agentes físicos autônomos, transformando a interação homem-máquina.

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