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Saúde

Sesab descarta caso de Mpox em Vitória da Conquista após nova análise

Paciente em Vitória da Conquista que era suspeita de Mpox é diagnosticada com varicela. Bahia segue com apenas um caso confirmado da doença em Salvador.

Redação ChicoSabeTudo
21 de fevereiro, 2026 · 12:15 2 min de leitura
Foto: NIAID
Foto: NIAID

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou nesta sexta-feira (20) a reclassificação de um quadro clínico anteriormente notificado como suspeito de Mpox. Com os novos resultados, a Bahia registra atualmente apenas um caso confirmado da doença.

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O diagnóstico recém-descartado pertencia a uma paciente do município de Vitória da Conquista, na região sudoeste do estado. Após análises laboratoriais, a infecção foi confirmada como varicela (catapora). O órgão estadual também pontuou que outras cinco notificações recentes foram avaliadas e descartadas para qualquer doença grave.

Perfil do caso ativo

O único paciente com diagnóstico positivo na Bahia encontra-se em Salvador. Segundo os registros da Secretaria, ele é natural de Osasco (SP) e já chegou à capital baiana apresentando o quadro sintomático, sendo diagnosticado após buscar atendimento na rede de saúde local.

A Sesab ressalta que nenhum dos casos analisados possui relação com o período do carnaval. Além disso, até o momento da publicação deste boletim, a Bahia não registra nenhum óbito associado à infecção por Mpox.


Entenda a Mpox: Transmissão e sintomas

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A Mpox é uma infecção causada por um vírus que pertence à mesma família patológica da varíola humana tradicional. A contaminação ocorre de pessoa para pessoa através do contato próximo.

As principais vias de transmissão incluem:

  • Contato direto: Toque na pele, especialmente em áreas com feridas ou erupções de uma pessoa infectada.

  • Fluidos corporais: Contato com gotículas respiratórias ou secreções.

  • Fômites: Compartilhamento de objetos pessoais contaminados, como roupas, toalhas e roupas de cama.

Quadro clínico

Os pacientes infectados podem apresentar uma série de sinais que demandam atenção médica. Os sintomas mais comuns são:

  • Febre;

  • Cefaleia (dores de cabeça) e dores musculares;

  • Sensação de cansaço ou fraqueza;

  • Linfonodomegalia (inchaço dos nódulos linfáticos, conhecidos como ínguas);

  • Lesões cutâneas que geralmente começam na região do rosto e se disseminam para o resto do corpo, afetando com frequência as palmas das mãos e as solas dos pés.

Isolamento e tratamento

Ainda não existe um medicamento específico aprovado com foco exclusivo na eliminação do vírus da Mpox. Por isso, o tratamento consiste no manejo clínico, que visa aliviar os sintomas e evitar infecções secundárias nas feridas.

A principal medida de contenção é o isolamento rigoroso do paciente. A pessoa infectada deve permanecer afastada do convívio social até que todas as lesões da pele cicatrizem completamente e as crostas caiam, um processo que pode durar de duas a quatro semanas.

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