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Saúde

Formigamento noturno pode indicar síndrome do túnel do carpo

Compressão de nervo no punho pode causar dor e perda de força; avaliação médica orienta o tratamento.

Redação ChicoSabeTudo
04 de novembro, 2026 · 13:41 2 min de leitura
Imagem ilustrativa gerada por IA / ChicoSabeTudo
Imagem ilustrativa gerada por IA / ChicoSabeTudo

Formigamento nas mãos durante a noite pode ser um sinal da síndrome do túnel do carpo, condição causada pela compressão do nervo mediano na região do punho. O sintoma pode interromper o sono e vir acompanhado de dor ou perda de força, segundo o portal Tua Saúde.

O nervo passa por um canal estreito entre a mão e o antebraço e participa da sensibilidade e dos movimentos de parte da mão. Conforme a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) do Ministério da Saúde, manter o punho dobrado por muito tempo diminui o espaço disponível para o nervo, inclusive durante o uso do computador ou enquanto a pessoa dorme.

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A dormência pode atingir principalmente o polegar, o indicador e o dedo médio. Também pode haver dor na mão e no punho, com irradiação para o braço, além de dificuldade para segurar objetos. Em casos avançados, é possível ocorrer perda de força e atrofia na base do polegar.

Movimentos repetitivos e postura inadequada estão entre os fatores associados ao problema. A BVS também cita doenças como diabetes, artrite reumatoide e alterações da tireoide. O formigamento, porém, não confirma por si só a síndrome: a orientação é procurar um médico para avaliação.

De acordo com o Tua Saúde, o tratamento conservador costuma ser a primeira escolha nos casos leves a moderados. Entre as medidas possíveis estão ajustes na posição do teclado, do mouse e da cadeira, pausas durante a digitação, fisioterapia e uso de tala, sobretudo à noite.

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A escolha do tratamento depende da gravidade e da duração dos sintomas. O portal cita uma revisão publicada na revista Brain Sciences segundo a qual algumas opções conservadoras podem aliviar os sintomas mais rapidamente, enquanto a cirurgia está associada a resultados mais duradouros no longo prazo. A decisão deve ser individualizada e acompanhada por um médico.

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