Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Saúde

Fabricante do Mounjaro ganha aprovação para nova pílula de emagrecimento que promete praticidade

Chamado de Foundayo, o medicamento de uso diário pode ser tomado em qualquer horário e ajudou pacientes a perderem até 15% do peso.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Saúde
01 de abril, 2026 · 23:31 1 min de leitura

A agência reguladora de saúde dos Estados Unidos, a FDA, aprovou nesta quarta-feira (1) um novo aliado no combate à obesidade. O remédio Foundayo, desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly, chega ao mercado como uma opção em comprimido para quem busca perder peso sem precisar de injeções.

Publicidade

Diferente de outros tratamentos que exigem jejum ou horários rígidos, a nova pílula pode ser ingerida em qualquer momento do dia, com ou sem comida. Essa facilidade é o grande diferencial para garantir que o paciente não abandone o tratamento no meio do caminho.

Durante os testes clínicos, os resultados chamaram a atenção: pessoas com obesidade que usaram o medicamento tiveram uma redução de peso entre 12% e 15%. O remédio age imitando um hormônio natural que diminui a fome e ajuda a controlar o açúcar no sangue.

Além da perda de gordura, o Foundayo mostrou benefícios para quem tem diabetes tipo 2, reduzindo significativamente os níveis de glicose. A fabricante já planeja solicitar, ainda este ano, o uso oficial da droga especificamente para o tratamento desta doença.

Publicidade

Nos Estados Unidos, as vendas começam no dia 6 de abril, com o preço inicial da dose mais baixa fixado em US$ 149, o que equivale a cerca de R$ 768 na cotação atual. Há expectativa de que planos de saúde americanos cubram parte dos custos.

Quanto aos efeitos colaterais, os pacientes relataram sintomas comuns a esse tipo de terapia, como náuseas e diarreia. No Brasil, ainda não há uma data confirmada para o pedido de liberação junto à Anvisa, mas o setor de saúde aguarda os próximos passos da Eli Lilly.

Leia também