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Saúde

Escarlatina: infecção bacteriana comum em crianças de 5 a 15 anos

A escarlatina é uma infecção bacteriana contagiosa que afeta principalmente crianças entre 5 e 15 anos, com sintomas notáveis na pele e garganta.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Saúde
03 de dezembro, 2025 · 05:46 1 min de leitura
Pessoa com vermelhidão no braço (Imagem: Reprodução/Freepik)
Pessoa com vermelhidão no braço (Imagem: Reprodução/Freepik)

A escarlatina, uma infecção bacteriana contagiosa, continua a preocupar pais em consultórios pediátricos. Causada pelo Estreptococo beta-hemolítico do grupo A, a doença é conhecida por sintomas evidentes na pele e na garganta.

Identificação e Sintomas

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Os sintomas da escarlatina costumam surgir de forma abrupta, incluindo febre alta, calafrios e dor de garganta intensa. Manchas vermelhas na pele, que têm uma textura semelhante à de lixa, e a famosa “língua de framboesa”, caracterizada pelo inchaço e vermelhidão, são sinais típicos. As manchas inicialmente aparecem no pescoço e no tronco, espalhando-se pelo corpo, mas deixam a área ao redor da boca com aparência pálida.

Grupo de Risco e Transmissão

Crianças em idade escolar, entre 5 e 15 anos, são as mais afetadas pela escarlatina. O ambiente escolar e a proximidade entre crianças facilitam a transmissão por meio do contato com saliva ou secreções nasais. O contágio pode ocorrer através de tosse, espirros ou compartilhamento de utensílios.

Abordagem Diagnóstica e Terapêutica

O diagnóstico deve ser realizado por um médico, que pode utilizar exames clínicos ou testes laboratoriais para confirmar a presença da bactéria. O tratamento é geralmente eficaz com o uso de antibióticos, sendo a penicilina o fármaco de escolha. Pacientes alérgicos podem receber alternativas, como a eritromicina. É fundamental completar o curso do antibiótico para evitar complicações, como a febre reumática.

Prevenção e Considerações Finais

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Embora não exista vacina específica, as medidas de higiene são cruciais para prevenir a escarlatina. Lavar as mãos frequentemente, evitar o compartilhamento de utensílios e cobrir a boca ao tossir podem reduzir o risco. Quando tratado precocemente, o prognóstico é positivo, permitindo que a criança retorne rapidamente às suas atividades cotidianas.

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