Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Saúde

Caso de raiva em Salvador: cachorro com menos de três meses infectado

Cão de três meses em Salvador é diagnosticado com raiva; medidas de vigilância e vacinação são implementadas pela SMS.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Saúde
04 de dezembro, 2025 · 14:07 1 min de leitura
Foto: Igor Santos/Secom PMS
Foto: Igor Santos/Secom PMS

A cidade de Salvador registrou, nesta quinta-feira (4), um caso de raiva em um cachorro com menos de três meses de idade, conforme comunicado da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). O episódio foi confirmado por um laboratório que analisou o animal recolhido das ruas e que provavelmente teve exposição a um animal silvestre.

Publicidade

A SMS esclareceu que, devido à idade do cachorro, não é possível aplicar a vacina contra a raiva, de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde. O alerta epidemiológico revela que a variante do vírus identificada está associada a morcegos e, em resposta, medidas rigorosas foram implementadas para conter a propagação da doença.

Entre as ações adotadas estão o bloqueio vacinal nas áreas onde o animal circulou, além da busca ativa por pessoas e animais que possam ter tido contato direto ou indireto com o cachorro. A secretaria ativa orientações aos moradores e ações de profilaxia pós-exposição humana, quando necessário, como vacinar cães e gatos na vizinhança.

A SMS também destacou a importância da vacinação de cães e gatos a partir de três meses como a principal forma de prevenção contra a raiva. A orientação é evitar contatos com animais silvestres e acionar o Centro de Controle de Zoonoses em caso de encontrarem esses animais em áreas urbanas.

Publicidade

O monitoramento dos sinais clínicos em animais domésticos e atendimento veterinário para aqueles que apresentem comportamento anormal são também medidas recomendadas pela secretaria. Investigadores epidemiológicos seguem em atividades de coleta de informações em concordância com a vigilância estadual e o Ministério da Saúde.

Leia também