O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu sinal verde para a criação da 'União Progressista', federação que une os partidos União Brasil e Progressistas (PP). A decisão, tomada por unanimidade nesta quinta-feira (26), permite que as siglas atuem como se fossem um único partido já nas eleições de 2026.
Com essa união, as duas legendas passam a somar forças e formam a maior bancada de deputados federais no Congresso. Na prática, eles vão dividir o tempo de propaganda na TV, os recursos do fundo eleitoral e as candidaturas por, no mínimo, quatro anos.
A ministra Estela Aranha, relatora do processo, votou a favor após os partidos resolverem pendências sobre a identidade visual da nova marca. O Ministério Público Eleitoral também não apresentou barreiras para a oficialização do grupo.
Diferente das coligações antigas, que valiam apenas para o período da eleição, a federação obriga os partidos a manterem a aliança durante todo o mandato. Se algum partido sair antes do tempo, pode sofrer punições da Justiça Eleitoral.
Agora, o Brasil conta com cinco federações registradas. Além da nova União Progressista, já existem a Brasil da Esperança, PSDB-Cidadania, PSOL-Rede e a Renovação Solidária.
A aprovação aconteceu dentro do prazo legal, que exige o registro oficial até seis meses antes da votação. Com isso, as lideranças políticas locais e nacionais já podem planejar as estratégias para o pleito de 2026 sob a mesma bandeira.







