A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, entrou com uma representação na Justiça Eleitoral contra ACM Neto e outros aliados. O grupo acusa a oposição de realizar propaganda antecipada durante um evento em Feira de Santana, na última segunda-feira.
Segundo a denúncia enviada ao TRE-BA, o ato no Teatro CDL funcionou como uma espécie de 'convenção antecipada'. Os advogados alegam que houve estrutura de comício, com telões externos para o público e até apresentações musicais, o que é proibido pela lei neste período.
A ação também cita o prefeito de Salvador, Bruno Reis, e pré-candidatos como Zé Coca e João Roma. De acordo com o documento, vídeos gravados no local mostram pedidos explícitos de votos e o uso de jingles de campanha com frases projetando a vitória de ACM Neto.
Além da propaganda irregular, a federação afirma que o evento serviu para atacar a imagem do governador Jerônimo Rodrigues. A peça jurídica destaca que foram usadas expressões agressivas e termos como 'governo reprovado' para atingir a atual gestão estadual.
O pedido encaminhado à Justiça exige que vídeos e postagens do evento sejam retirados do ar imediatamente em redes sociais como Instagram e YouTube. A federação quer a aplicação de multas diárias de R$ 5 mil caso o conteúdo não seja removido.
A defesa da federação também solicita que as empresas Meta e X Brasil sejam notificadas para cumprir a ordem. Agora, cabe ao Tribunal Regional Eleitoral decidir se aceita a liminar e se aplica as punições financeiras aos políticos envolvidos.







