Três deputados federais do PL foram condenados pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção. Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa foram acusados de participar de um esquema de desvio de emendas parlamentares.
A denúncia afirma que o trio exigiu R$ 1,6 milhão em propina para liberar verbas que seriam usadas na saúde do município de São José de Ribamar. O dinheiro era parte das emendas indicadas pelos próprios parlamentares.
Quem entregou o esquema foi o então prefeito da cidade, José Eudes. Segundo a investigação, ele foi pressionado a pagar a propina para que o dinheiro público chegasse ao município e decidiu denunciar a cobrança ilegal.
A decisão no STF foi formada por quatro votos a favor da condenação por corrupção passiva. O relator, ministro Cristiano Zanin, entendeu que ficou provado o pedido de vantagem indevida para liberar os recursos.
Apesar da condenação por corrupção, os ministros descartaram a acusação de organização criminosa por falta de provas. No mesmo processo, outras cinco pessoas eram rés, e uma delas foi completamente absolvida.







