O presidente Lula bateu o martelo e garantiu que o preço da comida não vai subir no Brasil por causa da guerra no Oriente Médio. Durante um evento em São Paulo, ele foi direto: 'A gente não vai permitir que o alface, que o feijão, que a carne suba por conta da guerra do Irã'.
Lula também subiu o tom contra o que chamou de aumentos abusivos, principalmente nos combustíveis. Ele criticou duramente quem tenta se aproveitar da situação, afirmando que no país 'tem bandido que quer ganhar dinheiro até com o sofrimento dos pobres'.
Para coibir essas práticas, o presidente anunciou que vai colocar a Polícia Federal, a Receita Federal e os Procons na rua. O objetivo é investigar e punir quem estiver aumentando os preços sem justificativa, passando a conta da especulação para o bolso do consumidor.
Uma medida concreta foi proposta para baratear o frete. Lula pediu aos governadores que reduzam ou zerem o imposto ICMS sobre o diesel. Em troca, o governo federal se comprometeu a cobrir metade do prejuízo na arrecadação dos estados.
As declarações foram feitas durante a Caravana Federativa, um evento que leva ministérios e serviços do governo federal para mais perto dos prefeitos e da população. A edição desta quinta-feira (19) aconteceu na capital paulista.
Aproveitando a ocasião, Lula também sancionou uma lei que libera R$ 500 milhões para a agricultura familiar, através do Pronaf. A medida, de autoria do senador baiano Jaques Wagner, deve fortalecer os pequenos produtores rurais.







