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Política

Polícia Civil da Bahia lança plano estratégico para 2035

Documento prevê metas para investigação, recuperação de ativos, tecnologia e gestão, com revisões bienais.

Redação ChicoSabeTudo
26 de outubro, 2026 · 14:10 1 min de leitura
Foto: Reprodução / Polícia Civil da Bahia. Autoria original não informada na fonte.
Foto: Reprodução / Polícia Civil da Bahia. Autoria original não informada na fonte.

A Polícia Civil da Bahia está programada para lançar, na terça-feira (27), o Plano Estratégico Organizacional (PEO), que estabelece objetivos, metas e indicadores para o período de 2026 a 2035. A solenidade será realizada das 8h às 12h no Auditório Mestre Álvaro, no Centro de Operações e Inteligência (COI), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

Segundo a corporação, o documento deve orientar as ações institucionais e a avaliação de resultados ao longo da próxima década. O plano foi elaborado durante quase 15 meses, com a participação de representantes da gestão e de servidores em oficinas de trabalho.

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Entre as prioridades informadas estão o aperfeiçoamento da investigação criminal, o fortalecimento da investigação patrimonial, a modernização de processos, a incorporação de tecnologias e a profissionalização da gestão. O planejamento também prevê ações de valorização, desenvolvimento e engajamento dos servidores, além do fortalecimento da gestão participativa e da relação de confiança com a sociedade.

A Polícia Civil afirma que a meta para 2035 é figurar entre as cinco polícias judiciárias mais bem avaliadas do país. O foco declarado é aprimorar a elucidação de infrações penais e a recuperação de ativos.

O PEO foi organizado em quatro perspectivas: Governança e Gestão, Pessoas e Cultura, Excelência Profissional e Valor Social. A execução será estruturada em projetos e iniciativas vinculados a indicadores e metas.

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Conforme a instituição, o Comitê de Gestão Estratégica (CGE) fará a deliberação e a orientação estratégica. Já o Escritório de Gestão de Projetos e Processos (EGPP) ficará responsável pela coordenação técnica e metodológica da execução e do monitoramento. O documento prevê ciclos de avaliação e revisão a cada dois anos, além de revisões extraordinárias previstas nas regras do plano.

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