O cenário político baiano sofreu uma movimentação importante com a união estratégica entre o PDT, PRD, Podemos e parte do Solidariedade. O grupo decidiu concentrar forças para a disputa de cadeiras na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados, utilizando a legenda do PDT como base para os candidatos.
A articulação, que contou com o aval do governo do estado, projeta a formação de uma bancada robusta, com estimativa de eleger até sete deputados estaduais. Se os cálculos se confirmarem, o bloco pode superar em tamanho partidos tradicionais como o MDB, PSDB e Republicanos.
Entre os nomes que devem migrar para o PDT estão os deputados estaduais Marcinho Oliveira, que presidia o PRD, e Pancadinha, vindo do Solidariedade. A mudança reflete uma reorganização interna para garantir mais competitividade aos candidatos durante o pleito deste ano.
Segundo Marcinho Oliveira, a decisão de sair do antigo grupo ocorreu devido a dificuldades na montagem das chapas. Alguns candidatos não se sentiam confortáveis com as possíveis filiações no Solidariedade, o que motivou a migração conjunta para fortalecer o projeto dentro do PDT.







