O jornalista baiano João Saldanha morreu na madrugada desta segunda-feira (27 de julho), aos 64 anos. A notícia foi comunicada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba), que manifestou pesar e solidariedade aos familiares e amigos do profissional.
Natural de Salvador, Saldanha era formado em Jornalismo pela antiga Escola de Biblioteconomia e Comunicação (EBC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde ingressou em 1980. Ao longo de mais de quatro décadas, construiu carreira tanto na imprensa quanto na comunicação institucional voltada à área cultural.
Na imprensa, trabalhou no jornal A Tarde, onde começou na revisão e depois integrou a equipe do caderno Lazer & Informação. Também atuou como repórter na Tribuna da Bahia, dois dos veículos mais tradicionais do jornalismo baiano.
Na comunicação institucional, foi assessor de imprensa do Teatro Castro Alves — um dos principais palcos do país — e do CineFuturo, Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual. Como profissional autônomo, prestou assessoria a produções e eventos ligados ao teatro, à música, à literatura e às artes plásticas na Bahia, segundo informações divulgadas pelo Bahia Notícias.
O colega de universidade e de redação Adalberto Meireles destacou o perfil humano e profissional de Saldanha. Segundo Meireles, João era "um fino observador das relações humanas, sempre com verve irônica e perspicaz" — atributos que marcaram sua relação com a cena cultural baiana ao longo dos anos.
Até o fechamento desta reportagem, não haviam sido divulgadas informações sobre a causa da morte, nem sobre local e horário de velório e sepultamento.







