O secretário da Fazenda da Bahia, Manoel Vitório, destacou na última semana os investimentos públicos realizados pelo governo estadual e rebatou críticas relacionadas ao que classificou como "negacionismo" por parte da oposição. No artigo publicado, ele enfatizou a importância desses investimentos na vida dos baianos, afirmando que o Estado utiliza tanto recursos próprios quanto empréstimos, quando necessário.
Durante a análise das finanças públicas, Vitório apontou que a dívida da Bahia representa apenas 33% da receita corrente líquida do estado, comparado a outros estados brasileiros, onde a situação é mais grave. "Em comparação, a dívida do Rio de Janeiro chega a 202% da receita, enquanto a do Rio Grande do Sul é de 176% e a de Minas Gerais de 150%", disse. Ele também afirmou que a Bahia deve à União R$ 5,9 bilhões, enquanto São Paulo enfrenta um endividamento de R$ 295,6 bilhões.
O secretário ressaltou que a gestão baiana mantém responsabilidade fiscal. "Cumprimos rigorosamente a regra de ouro das finanças públicas, garantindo que 74% dos investimentos realizados por nossa administração foram com recursos próprios", afirmou. Vitório informou que, sob a gestão do governador Jerônimo Rodrigues, foram destinados R$ 20,2 bilhões em investimentos, com destaque para os R$ 4,17 bilhões aplicados em 2025, superando São Paulo.
Manoel Vitório também mencionou a importância das operações de crédito que a Bahia continua a negociar, afirmando que as somas são destinadas a investimentos e a melhorar a estrutura da dívida pública. "Essas operações visam financiar precatórios e substituir empréstimos com juros mais baixos", explicou. Ele enfatizou que os investimentos estão presentes em diversas áreas, como infraestrutura, educação e saúde, contribuindo para o desenvolvimento do estado.
O secretário finalizou ressaltando que a presença do Estado é fundamental para garantir serviços e empreendimentos no território baiano. "Sem a atuação governamental, não teríamos, por exemplo, a BYD em Camaçari, hospitais, VLT em Salvador e uma vasta rede de rodovias. É necessário ser negacionista para não perceber esses avanços", completou.







