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Política

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, pode ser levada à força para depor em CPI

Empresária foi intimada pela terceira vez pela CPMI do INSS e senador ameaça usar a polícia caso ela falte novamente nesta quarta-feira (18).

Redação ChicoSabeTudo
17 de março, 2026 · 13:53 1 min de leitura

A empresária Leila Pereira, presidente do Palmeiras e da Crefisa, foi convocada pela terceira vez para depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Se ela não comparecer à sessão marcada para esta quarta-feira (18), o presidente da comissão, senador Carlos Viana, já avisou que pode determinar sua condução coercitiva, ou seja, levá-la à força.

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Os parlamentares querem que Leila esclareça o papel da Crefisa na oferta de crédito consignado para aposentados e pensionistas. A empresa se tornou uma das principais a operar o pagamento de novos benefícios do INSS, e a comissão quer entender melhor como isso funciona e o impacto para os segurados.

Esta não é a primeira vez que o depoimento é marcado. Nas duas tentativas anteriores, nos dias 9 e 12 de março, a empresária não apareceu. As ausências foram amparadas por uma decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que gerou dúvidas sobre a validade da convocação naquelas datas.

Agora, a situação mudou. Segundo o senador Carlos Viana, uma nova decisão judicial determina que Leila compareça. Ele ressaltou que ela será ouvida como testemunha, e não como investigada, com o objetivo de colaborar com as investigações da comissão.

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A convocação da presidente da Crefisa foi solicitada após o depoimento do presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior. Ele teria fornecido informações sobre a atuação do banco que os parlamentares agora querem aprofundar diretamente com a responsável pela instituição financeira.

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