A definição sobre quem serão os suplentes de João Roma (PL) na disputa pelo Senado ainda segue em aberto e depende de uma conversa interna entre os bolsonaristas e o aval da cúpula nacional do partido. O presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, acompanha de perto a situação na Bahia, estado considerado estratégico para os planos de Flávio Bolsonaro.
A tendência é que as vagas de suplência sejam preenchidas por nomes do próprio PL. Um dos nomes que ganhou força nos bastidores é o de Aroldo Cedraz, ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Cedraz se filiou recentemente ao partido em um evento que reuniu grandes lideranças da oposição baiana.
Em conversa com a imprensa, João Roma destacou que o objetivo é encontrar nomes que somem forças ao grupo liderado por ACM Neto, pré-candidato ao governo. Ele reforçou que a chapa está consistente, mas que a escolha dos suplentes precisa ser feita com cautela para agregar lideranças ao projeto político.
Diferente da situação de Roma, a chapa do senador Angelo Coronel (Republicanos), que busca a reeleição no mesmo grupo, já tem um caminho traçado. O ex-deputado Marcelo Nilo indicou que deve ocupar a primeira suplência de Coronel, após abrir mão de uma candidatura própria para manter a unidade das oposições.
O calendário eleitoral segue avançando e João Roma não estabeleceu um prazo imediato para o anúncio oficial. No entanto, ele lembrou que as convenções partidárias, onde tudo deve ser oficializado, acontecem somente no final de julho.







