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Política

Escândalo do Banco Master respinga na Bahia e cita ACM Neto, Rui Costa e Wagner

Investigação aponta elo entre o banco, o CredCesta e políticos de diferentes partidos, envolvendo milhões em transações e contratos com o poder público.

Redação ChicoSabeTudo
16 de março, 2026 · 07:33 1 min de leitura

O escândalo do Banco Master, que agita Brasília, tem um forte braço na Bahia e coloca políticos conhecidos no centro da polêmica. Uma empresa ligada a ACM Neto teria recebido R$ 3,6 milhões do banco, enquanto nomes como os ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner também são citados nas investigações.

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A conexão baiana do caso começou com a venda da antiga Cesta do Povo para o empresário Augusto Lima, figura importante no esquema. A transação ocorreu durante a gestão de Rui Costa como governador, com participação do então secretário Jaques Wagner.

A partir daí, surgiu o CredCesta, um negócio que usava as folhas de pagamento de servidores públicos para oferecer crédito consignado. Esse modelo foi a alavanca para as operações financeiras milionárias do Banco Master, que mais tarde adquiriu e depois vendeu ativos ligados à empresa baiana.

A teia de relações se espalhou por vários espectros políticos. Além dos petistas, o ex-ministro de Bolsonaro, João Roma, também foi associado ao grupo. Prefeituras baianas, como Alagoinhas e Ilhéus, firmaram convênios semelhantes para seus servidores, mostrando que os acordos não seguiam uma única linha ideológica.

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No caso de ACM Neto, a defesa alega que o pagamento de R$ 3,6 milhões foi legal e registrado com notas fiscais. As investigações oficiais são aguardadas para separar o que foram relações comerciais legítimas de possíveis irregularidades com dinheiro público.

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