A tradicional Lavagem do Bonfim, celebrada nesta quinta-feira (15), foi palco não apenas de fé e cultura, mas também de discussões sobre o futuro político. O vereador Duda Sanches (União) aproveitou a ocasião para adiantar os planos e as expectativas para o próximo ano legislativo, que começa em 2026. A principal pauta, segundo ele, será a revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU).
PDDU: Prioridade para a cidade
O parlamentar destacou que a revisão do PDDU exigirá um olhar muito atento da Câmara. Para Sanches, este é um projeto fundamental que precisa da dedicação de todos. Ele enfatizou a importância de um processo participativo, com a realização de, no mínimo, mais de 20 audiências públicas. O objetivo é claro: ouvir de perto a população e entender os problemas reais enfrentados pela comunidade.
"É um projeto que a Câmara tem que se dedicar com muita atenção", afirmou o vereador Duda Sanches. "Precisamos ouvir a população, entender os reais problemas para conseguir fazer um plano diretor que abrace os interesses da cidade, do desenvolvimento, da preservação e tudo mais."
A meta é criar um plano diretor que realmente contemple os diversos interesses da cidade, buscando um equilíbrio entre o desenvolvimento necessário e a preservação dos seus recursos e características.
Expectativas e organização na Câmara
Mesmo com os desafios que um projeto dessa magnitude pode trazer, Duda Sanches se mostra otimista para o ano que se aproxima. Ele acredita que 2026 será um período de grande produtividade para o legislativo.
"Eu tenho certeza absoluta que a gente vai conseguir ter um ano produtivo, melhor ainda do que 2025, e fazer um PDDU como a cidade merece", declarou.
Questionado sobre como a base governista se organiza no início do ano legislativo, o vereador fez questão de elogiar o trabalho do líder Kiki Bispo. Sanches reconheceu que 2025 foi um ano bastante complexo e desafiador para a gestão.
"Olha, Kiki faz um ótimo trabalho. 2025 foi um ano muito desafiador para a gente, por vários motivos. A gente costuma dizer que o quinto ano de uma gestão de reeleição, o quinto ano sempre é o mais difícil, o mais complexo, onde a gente realiza grande parte dos nossos sonhos no primeiro mandato, no segundo a gente tem que dar um freio de arrumação e mesmo assim ele conseguiu desempenhar seu trabalho", comentou.
Em relação à oposição, Sanches vê a troca de comando como uma prática comum e natural. Ele entende que essa rotação permite que diferentes membros possam representar o grupo, garantindo uma dinâmica de representatividade.







