Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Política

De prisão domiciliar a novos partidos: veja o que aconteceu com os candidatos a presidente de 2022

Com a aproximação das eleições de 2026, cenário político muda drasticamente para nomes como Jair Bolsonaro, Simone Tebet e Ciro Gomes.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
08 de abril, 2026 · 23:00 1 min de leitura

O cenário político brasileiro para 2026 começa a se desenhar com mudanças drásticas para quem disputou o comando do país na última eleição. Enquanto o presidente Lula (PT) confirma que tentará o sétimo pleito e o quarto mandato, seu principal adversário de 2022, Jair Bolsonaro, vive uma realidade oposta. Condenado a 27 anos por tentativa de golpe, Bolsonaro cumpre pena em regime domiciliar e indicou o filho, Flávio Bolsonaro, como sucessor na disputa pelo PL.

Publicidade

As mulheres que se destacaram na última eleição também seguiram novos rumos. Simone Tebet, que foi a terceira mais votada e ocupou o Ministério do Planejamento, trocou o MDB pelo PSB. Ela deixou o governo recentemente para focar em sua nova meta: conquistar uma vaga no Senado pelo estado de São Paulo. Já Soraya Thronicke também migrou para o PSB com o objetivo de tentar a reeleição como senadora.

Ciro Gomes, figura carimbada em disputas presidenciais, decidiu mudar o foco após o quarto lugar em 2022. O político saiu do PDT e se filiou ao PSDB para tentar governar o Ceará novamente, cargo que já ocupou nos anos 90. Outro nome que ganhou as redes sociais, Padre Kelmon, deixou o PTB, entrou no PL e agora planeja uma candidatura a deputado federal por São Paulo.

No campo dos empresários e ativistas, Felipe D’Avila retornou ao setor privado e ao Centro de Liderança Pública, além de lançar um livro sobre política de direita. Ao todo, 11 partidos já movimentam pré-candidaturas para a presidência, mas a lista oficial só será fechada entre julho e agosto, após as convenções partidárias. Por enquanto, Lula é o único remanescente direto da última disputa presidencial.

Leia também