O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, reforçou sua pré-candidatura à presidência em outubro de 2026, defendendo uma estratégia de união e diversidade de nomes na direita brasileira. Caiado, que esteve na tradicional Lavagem do Bonfim, em Salvador, na Bahia, na última quinta-feira (15), destacou que a pluralidade de candidaturas é essencial para levar a oposição ao segundo turno das eleições.
Para Caiado, o país não suporta mais os níveis de corrupção e violência. Ele acredita que a soma das forças da direita é o caminho para o sucesso.
“A somatória nossa faz com que aquele que chegar ao segundo turno vá ganhar as eleições no Brasil. Chegou um momento também que o Brasil já não suporta mais esse nível de corrupção e de violência que tomou conta hoje”, disse o governador durante uma coletiva de imprensa.
Goiás como ‘case’ de sucesso para a campanha
Um dos pilares da pré-candidatura de Ronaldo Caiado é o seu histórico à frente do governo de Goiás. Ele apresenta o estado como um exemplo de boa gestão, destacando números positivos em diversas áreas.
- Crescimento econômico: Goiás cresce o dobro da média nacional.
- Educação: Possui a melhor educação do Brasil.
- Segurança: Conta com os melhores índices de segurança pública.
- Oportunidades: Gera as melhores oportunidades de emprego e renda.
Para Caiado, esses resultados mostram a capacidade de sua administração e servem como um currículo sólido para disputar a presidência.
Abertura para outras candidaturas da direita
Ronaldo Caiado também avaliou a possibilidade de outros nomes da direita entrarem na disputa, como Flávio Bolsonaro ou Tarcísio de Freitas. Ele enfatizou a importância de não excluir ninguém e de permitir que todos os nomes relevantes possam competir no processo eleitoral.
“Eu sempre defendi o maior número de candidaturas e acho que o ex-presidente Bolsonaro tem todo o direito de lançar uma pessoa, que é o nome dele, isso é uma prerrogativa dele, que construiu também uma linha política no país que dá a ele a condição disso”, comentou Caiado, referindo-se a Flávio Bolsonaro.
Ele ampliou o apoio à diversidade de nomes, citando outros potenciais candidatos:
“Nós não podemos excluir ninguém, tanto o Zema, quanto o Ratinho, eu e também ao mesmo tempo, a condição do Flávio Bolsonaro competir. Nós temos que saber quem vai chegar no segundo turno”, pontuou.
Conexão de longa data com a Bahia
A presença de Caiado na Lavagem do Bonfim não foi apenas um ato político, mas também um reencontro com suas raízes. Ele fez questão de ressaltar sua forte ligação pessoal e política com a Bahia.
“Olha, sou cidadão baiano, minha mulher é baiana, de Feira de Santana, na Bahia, minhas filhas estão aqui também, são meia nordestina, e a minha ligação com a Bahia vem de longa data, então convivo com a política da Bahia, entrei na política nacional ali, contendo a ficha minha abonada por Antônio Carlos Magalhães. Então, essa tradição vem de longa data”, concluiu o governador.







