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Polícia

PF deflagra MarBranco e Maiaù contra tráfico marítimo de cocaína

Operação MarBranco e Maiaù cumpriu 28 mandados e prendeu 3 suspeitos; investigação mira rede de tráfico marítimo que enviava cocaína à Europa.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
06 de novembro, 2025 · 11:55 1 min de leitura
Foto: Divulgação / Polícia Federal
Foto: Divulgação / Polícia Federal

Na manhã desta quinta-feira (6), a Polícia Federal deflagrou as operações MarBranco e Maiaù para desarticular uma organização que atuava no tráfico internacional de drogas por via marítima. Foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão e realizadas 3 prisões preventivas.

Alcance das ações

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As medidas aconteceram em várias cidades, distribuídas principalmente entre dois estados e a capital fluminense:

  • Bahia: Salvador, Simões Filho e Camaçari;
  • São Paulo (estado): São Paulo, Guarulhos, Santos, Guarujá, Caraguatatuba, São Sebastião e Sorocaba;
  • Rio de Janeiro: cidade do Rio de Janeiro.

O que as investigações mostram

Segundo a Polícia Federal, os investigados seriam responsáveis pela logística e pelo financiamento de grandes carregamentos de cocaína com destino à Europa. As apurações começaram em abril do ano passado, depois da apreensão de quase duas toneladas de cocaína escondidas em um pesqueiro ancorado em um subúrbio de Salvador.

Como funcionava essa rede? O inquérito descreve uma estrutura com divisão clara de tarefas, quase como uma linha de montagem: alguns cuidavam da compra e da adaptação das embarcações; outros, da ocultação da droga; e outros, do envio ao exterior.

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Durante as diligências, os agentes também localizaram e apreenderam bens e documentos que ajudam a mapear as movimentações financeiras e o patrimônio dos envolvidos.

Parcerias e próximos passos

A ação foi resultado de uma investigação conjunta. A Polícia Militar da Bahia participou por meio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Cipe Polo Industrial, com apoio do STelecom, órgão ligado à Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

As apurações seguem em andamento: os investigadores agora aprofundam a análise das movimentações financeiras e patrimoniais para subsidiar medidas judiciais e administrativas. O objetivo é detalhar a rede por trás das remessas e reunir provas que sustentem as próximas etapas do caso.

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