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PF dá 15 dias para Eduardo Bolsonaro se defender por abandono de cargo e o considera 'sumido'

Ex-deputado, que mora nos EUA, foi notificado por edital e pode perder o cargo de escrivão da Polícia Federal por faltas injustificadas.

Redação ChicoSabeTudo
16 de março, 2026 · 16:10 1 min de leitura

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) foi oficialmente considerado pela Polícia Federal como estando em 'lugar incerto e não sabido'. A notificação, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (16), dá a ele um prazo de 15 dias para apresentar sua defesa.

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Ele responde a um processo administrativo disciplinar (PAD) por abandono de cargo. A investigação apura as faltas injustificadas do ex-deputado, que deixou seu posto de escrivão da PF em Angra dos Reis (RJ) e se mudou para os Estados Unidos em fevereiro de 2025.

Por conta da situação, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro já está afastado de suas funções desde fevereiro. A corregedoria da PF determinou que ele entregasse sua carteira funcional e a arma de fogo que usava em serviço.

Se a defesa não for apresentada no prazo ou se os argumentos não forem aceitos pela comissão processante, Eduardo Bolsonaro pode ser demitido do serviço público. O processo foi aberto formalmente em janeiro deste ano.

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O ex-deputado alega que deixou o Brasil por sofrer perseguição política e judicial. Além do processo por abandono de cargo, ele também é réu por coação no curso do processo, devido a ações que teria tomado nos EUA contra autoridades brasileiras.

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