A Polícia Civil, através do Departamento de Investigações Criminais (Deic), conseguiu um importante avanço na luta contra o crime organizado em Salvador, na Bahia. Na manhã desta segunda-feira (19), a segunda fase da Operação Dead Hand colocou quatro pessoas atrás das grades, acusadas de fazer parte de uma associação criminosa.
Este grupo é investigado por uma série de crimes graves. Entre eles, destacam-se o roubo de veículos que estavam sob custódia em um prédio do Departamento de Polícia Técnica (DPT), a adulteração de sinais de identificação desses carros, o comércio ilegal de armas de fogo e o crime de peculato. Peculato, para quem não sabe, é quando um funcionário público se apropria de bens ou valores em função do cargo que ocupa.
Além das quatro prisões, a operação também resultou na apreensão de armas e uma quantia significativa de dinheiro: 22 mil reais. As equipes policiais ainda descobriram um depósito secreto, onde havia veículos adulterados. O local continua sendo verificado para mais detalhes.
As investigações que levaram a essa segunda fase da operação focam na repetição dos furtos de veículos que estavam apreendidos e guardados em um edifício público na capital baiana. A Polícia Civil vem acompanhando esses casos de perto para desmantelar a rede criminosa.
O que diz a Polícia
PublicidadeAs apurações mostraram que essa associação criminosa se dedicava a práticas como peculato-furto, roubo de veículos, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, além de posse e comércio ilegal de arma de fogo.
Thomas Galdinho, Diretor do Deic
Essa é a explicação do diretor do Deic, Thomas Galdinho, sobre a atuação do grupo criminoso. Ele ressalta a diversidade e a gravidade dos crimes cometidos pela quadrilha.
A Operação Dead Hand contou com a participação de vários departamentos da Polícia Civil, mostrando um esforço conjunto para combater o crime. Além do Deic, trabalharam na ação equipes do:
- Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)
- Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc)
- Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV)
- E, claro, equipes do próprio Departamento de Polícia Técnica (DPT), alvo dos roubos.
A união dessas forças policiais é crucial para garantir a segurança e a ordem na Bahia, coibindo ações de grupos que exploram o patrimônio público e ameaçam a população com crimes variados.







