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Polícia

Obras de posto de aeronaves em Ilhéus viram alvo de investigação federal

Investigação federal mira obras de posto de combustível para aeronaves no Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, Bahia, após denúncias de impactos ambientais em área sensível de manguezal. MPF e Polícia Federal atuam.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
14 de janeiro, 2026 · 16:47 2 min de leitura
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A construção de um posto de abastecimento para aviões no Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, no sul da Bahia, está agora no centro de uma investigação que corre em âmbito federal. O caso, que envolve a empresa Avigás Nordeste, começou a ser apurado depois que surgiram denúncias de que a obra pode estar causando danos ao meio ambiente em uma área muito delicada.

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Essa região do aeroporto é considerada sensível, com características de um ecossistema de manguezal. Os mangues são áreas de transição entre o ambiente terrestre e o marinho, fundamentais para a biodiversidade, servindo como berçário para diversas espécies marinhas e aves, além de proteger a costa contra a erosão. Por isso, qualquer intervenção nesses locais exige cuidados redobrados e licenças ambientais rigorosas.

Ministério Público Federal e Polícia Federal em ação

O Ministério Público Federal (MPF) confirmou ao portal Bahia Notícias que está acompanhando de perto toda a situação. Diante das suspeitas de que possa ter acontecido um crime ambiental, o MPF decidiu agir e encaminhou formalmente todos os fatos para a Polícia Federal. Agora, a Polícia Federal será responsável por fazer uma apuração minuciosa de tudo que aconteceu.

Segundo o MPF, a expectativa é que a Polícia Federal conclua suas investigações para que, só então, o Ministério Público possa tomar as medidas necessárias. Essa atuação em nível federal acontece de forma paralela a outra investigação que já estava em andamento no estado da Bahia.

Investigação também segue no âmbito estadual

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Além da preocupação federal, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) também mantém um procedimento aberto. O caso está sendo tratado pela Promotoria de Justiça de Ilhéus, que investiga a possibilidade de um ilícito ambiental na implantação do posto de combustível. As duas frentes de apuração – uma federal e outra estadual – mostram a seriedade com que a situação é tratada, buscando entender os possíveis impactos e responsabilidades.

A preocupação principal é garantir que a construção do posto respeite as leis ambientais e não prejudique um ecossistema tão vital para a região de Ilhéus. A comunidade aguarda os desdobramentos dessas investigações para entender o futuro da obra e a proteção do meio ambiente local.

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