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Polícia

"O celular dela é igual ao meu": agente de endemias de Paulo Afonso explica como ficou com o aparelho da moradora

Jairo Oliveira diz que a semelhança entre os telefones causou a troca acidental durante visita no BTN III

Redação ChicoSabeTudo
17 de junho, 2026 · 08:13 2 min de leitura
Imagem: Portal ChicoSabeTudo
Imagem: Portal ChicoSabeTudo

O Agente de Combate às Endemias Jairo Oliveira veio a público nesta terça-feira (16) para se defender da acusação de furto de um celular durante uma visita de rotina a uma residência no Bairro Tancredo Neves III, em Paulo Afonso. Em entrevista ao PA4, ele negou qualquer intenção criminosa e afirmou que tudo não passou de uma troca acidental entre aparelhos parecidos.

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Segundo Jairo, ele costuma trabalhar com dois celulares e, ao concluir a vistoria e recolher seus pertences, saiu sem perceber que havia pego o telefone da moradora junto com os seus equipamentos. Cerca de cinco minutos depois, foi abordado por ela na rua, que o questionou sobre o desaparecimento do aparelho. A mulher disse ter identificado o momento da suposta subtração pelas câmeras de segurança da casa.

Ao verificar os bolsos no mesmo instante, o agente reconheceu estar com o celular da moradora. Mas garantiu que foi um engano.

"Quando coloquei a mão no bolso, vi que realmente estava com o celular dela. Na mesma hora pedi desculpas e expliquei o que havia acontecido", afirmou. "Foi um equívoco. O celular dela é igual ao meu. Isso pode ocorrer com qualquer pessoa. Não houve intenção de pegar nada de ninguém", completou.

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Jairo disse ainda que tentou voltar ao imóvel para conversar com a moradora e desfazer o mal-entendido, mas suas explicações não foram aceitas. Mesmo assim, disse que mantém a postura tranquila. "Estou com a minha consciência limpa, estou com o meu coração tranquilo. Sei do meu caráter e da forma como sempre desempenhei meu trabalho", declarou.

O caso já havia gerado grande repercussão nas redes sociais depois que um vídeo com a denúncia da moradora viralizou. Na ocasião, a Prefeitura de Paulo Afonso afastou preventivamente o servidor de suas funções e anunciou a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar os fatos. A administração municipal garantiu ao servidor o direito à ampla defesa e ao contraditório durante o processo.

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