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Polícia

Mulher arremessa bebida contra policiais e danifica viatura em Paulo Afonso

Suspeita responderá por desacato, resistência e dano qualificado ao patrimônio público após ocorrência no centro de Paulo Afonso.

Redação ChicoSabeTudo
22 de março, 2026 · 08:54 1 min de leitura
Imagem ilustrativa: Reprodução/Polícia Militar
Imagem ilustrativa: Reprodução/Polícia Militar

Na madrugada do último sábado (21), uma mulher de 40 anos foi presa em flagrante no centro de Paulo Afonso, município localizado na Bahia. A ação foi conduzida por agentes da 1ª Companhia do 20º Batalhão de Polícia Militar (BPM) após a suspeita hostilizar a equipe policial e causar danos materiais a uma viatura da corporação.

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O incidente ocorreu enquanto a guarnição realizava o policiamento preventivo de rotina na Avenida Getúlio Vargas. De acordo com os relatos da Polícia Militar, a mulher, que apresentava sinais evidentes de consumo de álcool, direcionou-se aos policiais de forma agressiva.

A suspeita proferiu ofensas e ameaças aos agentes e, em seguida, arremessou a bebida que consumia contra a equipe. Diante da conduta, os policiais deram voz de prisão. A mulher resistiu fisicamente à abordagem, sendo necessário o uso de algemas por parte dos militares para garantir a contenção e a segurança de todos os envolvidos na ocorrência.

Após ser detida, a suspeita foi conduzida à Delegacia Territorial de Polícia Civil para a formalização do boletim de ocorrência. Durante o trajeto até a delegacia, a mulher continuou apresentando resistência e desferiu diversos chutes contra a parte interna do compartimento de transporte da viatura policial.

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A força dos golpes causou avarias na estrutura do veículo oficial, resultando em rachaduras e quebra de partes do revestimento interno.

Encaminhamentos legais

A mulher foi apresentada à autoridade policial de plantão e autuada em flagrante pelos crimes de:

  • Desacato

  • Resistência

  • Dano qualificado ao patrimônio público

Em nota sobre o episódio, o comando do 20º Batalhão de Polícia Militar destacou a gravidade da conduta. A corporação reforçou que hostilizar agentes de segurança em pleno exercício de suas funções, bem como depredar bens pertencentes ao Estado, são atos ilícitos que configuram crimes e estão sujeitos ao cumprimento estrito da legislação vigente.

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