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Polícia

Homem suspeito de matar a própria mãe é preso após 14 anos foragido na Bahia

Homem de 35 anos, suspeito de matar a própria mãe Emília Oliveira Souza por asfixia e carbonizar o corpo em 2011, é preso em Camacan, na Bahia, após 14 anos foragido.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
14 de janeiro, 2026 · 17:46 2 min de leitura
Foto: Reprodução / Ascom / PC-BA
Foto: Reprodução / Ascom / PC-BA

A Polícia Civil prendeu um homem de 35 anos na noite da última terça-feira (13), em Camacan, no sul da Bahia. Ele é suspeito de um crime brutal: matar a própria mãe. A prisão acontece 14 anos depois do crime, período em que o homem estava fugindo da Justiça.

Prisão após longa busca

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A captura do suspeito, que não teve o nome divulgado, aconteceu no centro de Camacan. Ele era procurado desde dezembro de 2011, quando o assassinato de sua mãe, Emília Oliveira Souza, foi registrado. A longa espera por justiça para a família da vítima finalmente começa a ter um desfecho com essa prisão.

O trabalho que levou à localização e prisão do homem foi resultado de uma investigação cuidadosa da 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itapetinga). Com informações precisas sobre onde o suspeito estava, os policiais da Delegacia Territorial (DT) de Camacan agiram rapidamente e cumpriram o mandado de prisão.

Detalhes do crime brutal em Potiraguá

O crime, que chocou a região, aconteceu em dezembro de 2011, no município de Potiraguá, no Médio Sudoeste baiano. Segundo os registros da polícia da época, a mãe do suspeito, Emília Oliveira Souza, foi morta por asfixia. Para tentar esconder o que havia feito, o assassino ainda queimou o corpo da vítima, caracterizando o crime de ocultação de cadáver.

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Desde então, o suspeito conseguiu se manter foragido, evitando a ação da Justiça por mais de uma década. A sua prisão agora representa um passo importante para que o caso seja finalmente julgado e a pena, se confirmada, seja cumprida.

Situação atual do preso

Depois de ser preso, o homem foi levado para a delegacia de Camacan, onde os registros da prisão foram feitos. Ele agora está à disposição da Justiça. A expectativa é que ele seja transferido em breve para o sistema prisional. Lá, ele poderá aguardar seu julgamento pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, ou começar a cumprir a pena, caso já tenha sido condenado em processo à revelia.

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