A influenciadora digital Gabi Labella gerou polêmica após expor publicamente os problemas enfrentados por seu filho adotivo em um desabafo online, o que levou Gabi de Pretas, também influenciadora e ativista, a acionar a Justiça. O relato de Gabi Labella, divulgado na plataforma Substack, descreveu comportamentos graves atribuídos ao adolescente, incluindo alegações de atos infracionais e situações alarmantes enquanto estava sob custódia do abrigo. A situação se tornou ainda mais crítica com a revelação de que, segundo ela, o jovem havia se envolvido em episódios de violência e assédio sexual.
A influência das redes sociais ampliou o alcance do desabafo de Gabi Labella, gerando uma divisão entre internautas: alguns defendem que a exposição é necessária para evitar a impunidade de comportamentos criminosos, enquanto outros criticam a violação da privacidade do adolescente. Gabi de Pretas se posicionou contra a publicização do caso, alegando que essa atitude fere os direitos do menor e sua privacidade. Ela destacou a gravidade de processos que expõem menores ao julgamento público, ressaltando a importância de tratar questões desse tipo dentro da esfera judicial e não na mídia social.
Além de criticar a postagem inicial, Gabi de Pretas alertou que a situação poderia contribuir para discursos de ódio, favorecendo a deslegitimação de adolescentes em situações vulneráveis. Ao longo deste processo, ela declarou que entraria com medidas legais contra injúrias que recebeu em resposta a suas críticas. A influenciadora alertou para a necessidade de proteção legal e social dos direitos das crianças e adolescentes.
Após as repercussões, Gabi Labella admitiu seu erro em expor o caso e pediu que a discussão fosse encerrada. Porém, o episódio levantou questões importantes sobre a ética na exposição de crianças e adolescentes nas redes sociais, além de gerar um intenso debate sobre o papel da Justiça na proteção dos direitos dos menores.
O incidente continua em foco nas redes sociais, com especialistas pedindo uma reflexão aprofundada sobre o tratamento dado a crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade e a responsabilidade de influenciadores em relação à criação de conteúdo.







