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Polícia

Família diz que paciente que morreu no Hospital Regional de Paulo Afonso recebeu diagnóstico de gases

Após diagnóstico inicial, paciente voltou a ser internado com infecção generalizada, teve falência renal, foi para a UTI, ficou intubado e não resistiu.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
20 de janeiro, 2026 · 11:37 1 min de leitura
Imagem: Reprodução/Redes sociais
Imagem: Reprodução/Redes sociais

A morte de Tiago Brito Lima, de 39 anos, ocorrida no último domingo (18), levantou questionamentos sobre a conduta médica adotada no Hospital Regional de Paulo Afonso (HRPA), no Bairro Tancredo Neves (BTN). Natural de Macururé, no norte da Bahia, o paciente faleceu dez dias após buscar atendimento pela primeira vez na unidade, e a família aponta a possibilidade de negligência médica no caso.

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Segundo relato divulgado nas redes sociais por Maria de Fátima, irmã de Tiago, o atendimento inicial não teria identificado corretamente o quadro clínico apresentado. De acordo com ela, o irmão procurou o hospital no dia 8 de janeiro com fortes dores abdominais, passou por avaliação, realizou exames e foi liberado após receber medicação.

Ainda conforme a família, o exame solicitado na ocasião foi um raio-x, e a dor teria sido atribuída a gases. No entanto, os familiares afirmam que o diagnóstico correto seria de apendicite aguda, condição que, sem intervenção adequada, pode evoluir rapidamente para complicações graves.

Após a alta, o estado de saúde de Tiago teria se agravado. Ele retornou ao hospital, já em situação crítica, desenvolveu infecção generalizada (sepse), apresentou falência renal e precisou ser encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permaneceu intubado. Apesar dos esforços da equipe médica no segundo momento, o paciente não resistiu.

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A família afirma possuir documentos médicos, incluindo a ficha do primeiro atendimento, que indicariam a suspeita diagnóstica registrada inicialmente. Com base nessas informações, os parentes informaram que pretendem ingressar com ação judicial contra a médica responsável pelo atendimento inicial — cujo nome não foi divulgado — e também contra o hospital.

O Hospital Regional de Paulo Afonso é atualmente administrado pela empresa S3 Gestão em Saúde. Até o fechamento desta matéria, a direção da unidade não havia se manifestado oficialmente sobre o caso.

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Imagem: Reprodução/Redes sociais
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