Bruno Lambert, humorista paulista, enfrenta uma polêmica significativa após ser acusado de roubar o comediante Danilo Gentili enquanto atuava como gerente do My Fucking Comedy Club, bar administrado por Gentili. As alegações surgiram quando Léo Lins, colega humorista, fez denúncias sobre um esquema de "rachadinha" que teria sido implementado por Lambert, resultando em desvio de dinheiro do estabelecimento.
A acusação ocorre em um contexto já conturbado para Bruno, que, em 2023, foi denunciado ao Ministério Público de São Paulo pela deputada Tabata Amaral por discriminação contra deficientes físicos durante uma apresentação de stand-up. A repercussão dessa denúncia levou à sua demissão de um emprego de nove anos em um banco, um fato que Bruno alega ter sido influenciado pela pressão exercida após a denúncia da deputada. Em agosto de 2024, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) trancou o inquérito em relação à acusação de discriminação, afirmando que não houve intenção de ofender.
Após a demissão, Bruno Lambert foi contratado por Danilo Gentili para gerenciar o bar, onde também se apresentou. No entanto, as alegações de Léo Lins indicam que o esquema de desvio de dinheiro perdurou por um período considerável até que inconsistências financeiras chamassem a atenção dos administradores do local. A investigação interna acionou a polícia, levando ao desmantelamento do esquema.
Até o presente momento, Bruno Lambert não se manifestou publicamente sobre as acusações, e sua conta no Instagram, com 45 mil seguidores, está configurada como privada. O caso continua a gerar interesse na comunidade de stand-up comedy e entre os seguidores dos humoristas envolvidos, e novos desdobramentos podem surgir à medida que as informações se desenrolam.







